Fatalidade

 

De que adianta esconder-te

Se eu sempre acabo presente

De que vale fugires

Se eu sempre estou no destino

 

Mais valia me entregares teu coração

 

Deixa-me carregá-lo tranquilo e sereno

Deixa-me acalmá-lo nas turbulências

Deixa-me agitá-lo nas calmarias

 

Deixa-me lhe mostrar os caminhos

Para que não fujas mais de mim

Em meio aos labirintos de sua mente